segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Hoje vou ser eu. Apenas eu…com o que a vida tem exigido de mim. Sem fantasias. Sem papas na língua. Sem ponderar qualquer consequência. Sem poupar terceiros, quartos, quintos e afins...
Chega uma altura em que a gente se cansa; E chega a altura em que a gente explode. Há-de haver sempre uma pessoa mais alta do que tu, que te vai empurrar, fazer tropeçar e desviar-te do caminho… Quem sabe, para o meio da estrada. E, quiçá, não vá aparecer alguém para tentar envenenar as tuas amizades, tal qual tentaste fazer com as de alguém que tem metade do teu peso e altura (e, nota bem, três vezes mais bom senso do que tu). Algo me diz que ainda vais ser o motivo principal do meu gozo… Devias saber que cuspir para o ar é má educação!
E explodindo (…) Só lamento ter-me sujeitado ao bel-prazer desses aí sem palavra; Desses do «diz que disse», que hoje te dão palmadinhas no ombro e amanhã te viram a cara, literalmente. Desses, que se intrometem, reviram e destroem a felicidade e as vontades de uma pessoa e, com a maior cara de pau do mundo, falam em camaradagem. Desses, cujo horizonte é o próprio umbigo e o karma…negro.



“Quem semeia vento, colhe tempestades”

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